História do Açúcar – Rotas e Mercados / Região Autónoma da Madeira

O livro de Alberto Vieira é uma análise ampla e detalhada da origem e desenvolvimento de cultivo de cana-de-açúcar e produção de açúcar na Madeira.
 Desde sempre se valorizou a importância da cultura da cana sacarina e, de forma especial, o açúcar na História da Madeira a partir da década de noventa do século XX, porém, aconteceu um movimento favorável em termos de investigação, que permitiu uma plena afirmação do tema e a valorização do papel da Madeira, no quadro da História do Açúcar no espaço atlântico. As investigações realizadas nos últimos decénios permitiram não só valorizar a dimensão multissecular da cultura no arquipélago, como também evidenciar a relação que, a partir dela, se estabeleceu com outros espaços insulares [Açores, Canárias, Cabo Verde, S. Tomé e Príncipe, Santo Domingo e Cuba] e o Brasil. Por outro lado, associado a esta cultura e produto, desenvolveram-se estudos sobre aspectos até então ignorados: a tecnologia, as formas e estruturas sociais que servem de suporte à estrutura produtiva as suas implicações directas na cultura tradicional e na alimentação. Uma das consequências deste movimento, das últimas décadas, em prol da divulgação e afirmação da História do Açúcar, foi a valorização do papel da Madeira, no contexto da História e Tecnologia da cana-de-açúcar no espaço atlântico e da sua plena afirmação no quotidiano ocidental a partir do século XVI.

Autores: Adela Fábregas Garcia, Alberto Vieira, Isabel de Freitas Botelho Cardoso, entre muitos outros
Formato: 16 x 23 cm / 666 Páginas Br
1ª Edição | CEHA Centro de Estudos de História do Atlântico, 2002

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Silva Cunha | O Ultramar, a Nação e o 25 de Abril

«Este livro começou a ser escrito pouco após o 25 de abril. Encontrava-me então detido na Casa de Reclusão da Trafaria. Resolvi aproveitar longas horas de detenção para escrever um relato imparcial e objectivo dos factos sociais, económicos e políticos relativos ao ultramar e à sua defesa, ocorridos entre 1962 e 1974.
Fi-lo com o intuito de dar ao País uma visão, tanto quanto possível exacta, de como decorreu naqueles anos a acção governativa num sector essencial para a vida da nação.
“Um testemunho honesto, imparcial, objectivo e desapaixonado”» Silva Cunha

Formato: 15 x 21 cm / 364 Páginas Br
1ª Edição / Atlântida Editora. Coimbra, 1977

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Arnaldo Pinto Cardoso | A Presença Portuguesa em Roma

“…Se Roma muito nos deu, também Portugal lhe trouxe e ofereceu os imensos e novos mundos por nós descobertos, abrindo o caminho ao Papado para uma autêntica evangelização universal e trazendo até ao coração do Renascimento todo o acervo cultural e toda a novidade científica que incendiaria a imaginação europeia e daria particular alento ao movimento renascentista. E isso, tanto mais quanto Lisboa inteligentemente se apercebeu de que Roma constituiria a melhor caixa de ressonância para divulgar na Europa as maravilhas e os frutos da gloriosa empresa das Descobertas. De resto, as opulentas acções de propaganda por nós montadas, perante os olhos do Papa e dos romanos, marcaram tanto a cidade eterna, que desses eventos restam vestígios por muitos cantos de Roma, mesmo até na Capela Sistina.
Claro que a obra que ora se apresenta tem o grande mérito de vir trazer aos portugueses uma imagem duma nossa vivência multissecular em Roma e das marcas que a nossa passagem por lá deixou. Entro dos seus objectivos, que não são especificamente orientados para o estudo das relações diplomáticas com a santa Sé, ela traduz-se numa recapitulação exaustiva e ao mesmo tempo acessível das nossas ligações seculares com Roma. É pois um trabalho muito louvável de divulgação de circunstâncias históricas esquecidas ou desconhecidas, que exaustivamente regista as sombras da presença portuguesa em Roma”. António Pinto da França

Aguarelas de Sofia C. Macedo
Apresentação: António Pinto da França
Formato: 24,5 x 31,5 cm / 295 Páginas – Muito Ilustrado
Encadernação: Capa dura forrada a tecido com sobrecapa
1ª Edição | Editores Quetzal, 2001

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José Luís Tinoco | A Pintura de Luís Pinto – Coelho / Diálogo com Maria João Avillez

Sumário:
. A Pintura de Luis Pinto-Coelho – José Luis Tinoco
. Pinturas
. Diálogo com Maria João Avillez
. Notas Biográficas
. Exposições Individuais
. Exposições Colectivas
. Projectos Especiais
. Museus e colecções Públicas
. Bibliografia crítica

Formato: 25 x 30 cm / 192 Páginas – Muito Ilustrado
Encadernação: Capa dura forrada a tecido com sobrecapa
1ª Edição | Quetzal Editores, 2000

Exemplar em Excelente Estado. Sobrecapa com ligeiríssimo desgaste. Interior limpo, sem assinaturas. 
30,00€ OFERTA PORTES

Selecções BD nº 15 / Julho 1989 | A. Simões Muller em prol das crianças / BD animou “La Rambla” de Barcelona

Pela primeira vez, uma editora portuguesa esteve no 7º Salão Internacional de Banda Desenhada de Barcelona. A Meribérica/Liber ocupava um escaparate no Pavilhão Internacional, onde os seus álbuns e as “SELECÇÕES BD” eram com interesse folheados, tendo esta revista sido referida à sua coordenadora Natália Severino, como uma publicação do mais alto nível Europeu.

SUMÁRIO:
- 7º Salão Internacional de Banda Desenhada de Barcelona
- A. P. Duchâteau / Rosinski - Hans a última ilha
- Curso Abreviado de BD por José Ruy / Lição nº 10
- Mora / Parras - Os Inoxidáveis
- 1º Salão de Banda Desenhada de Viseu – BD/89
- Jorge Zentner / Rubén Pellejero - Perico
- Adolfi Simões Muller, uma vida a pensar nas crianças
- Petillon - Jack Palmer o Pequinês
- Harriet / Redondo - O anjo rejeitado

Formato: 23,5 x 30,5 cm / 82 Páginas Br
1ª Edição / Meribérica/Liber 1989

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Maria João Serrão | Constança Capdeville – Entre o Teatro e a Música

Para além de realçar como Constança Capdevile se inseriu nas tendências da criação artística do seu tempo, faz-se notar a sua aposta em novas formas para novos tipos de comunicação com o público, numa estética ligada à então "música contemporânea", que são paradigmáticas das criações espectaculares de teatro/música de hoje.

“Constança Capdevile ocupa uma posição singular na música portuguesa e mesmo na música europeia. Essa singularidade é o objecto da investigação de Maria João Serrão, que procedeu ao estudo exaustivo e sistemático do espólio legado pela compositora”. (Mário Vieira de Carvalho, do prefácio)

Prefácio de Mário Vieira de Carvalho
Colaboração com a Universidade Nova de Lisboa
Formato: 27x19,5 cm / 220 Páginas Br
1ª Edição | Edições Colibri / Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical, 2006

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Francisco da Holanda | Da Fábrica que falece à cidade de Lisboa

Esta pesquisa enfoca particularmente a relação entre arquitectura e cidade presente no manuscrito que reúne, nas lembranças, uma série de imagens destinadas a conferir um perfil monumental a Lisboa, cidade capital do reino e modelo para as principais colónias portuguesas. No novo olhar sobre Da Fabrica que falece procura verificar a hipótese de que o manuscrito deva ser interpretado como um memorial de arquitectura aplicado à cidade, onde o arquitecto elabora imagens retóricas para promover a Renovatio urbis de Lisboa. Como - Rainha de um vasto império português a capital deveria ser transformada à imagem da magnificência da Roma Antiga e imperial, um topos que já vinha sendo reiterado nas principais cortes italianas entre os séculos XV e XVI e que nas palavras de Holanda assume um tom muito particular. Os ensaios destacam a importância assumida por Holanda, enquanto arquitecto conselheiro régio, que interpreta as aspirações artísticas e políticas conflitantes da corte de D. João III (1521-1557) e D. Sebastião (1568-1578). E em função das experiências vivenciadas em Itália, sobretudo em Roma, Florença e Veneza, através de levantamentos, do estudo da Antiguidade, da arquitectura Imperial e do contacto mantido com artistas italianos ele propõe a renovação da cidade capital decalcada no modelo antigo.

Introdução, notas e comentários de José da Felicidade Alves
Formato: 17 x 23,5 cm / 110 Páginas Br
Edição Livros Horizonte, 1984

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Francisco de Holanda | Da Pintura Antiga

«Estamos perante o principal artista da nossa Renascença» como refere Jorge Segurado.
No livro Da Pintura Antiga, Francisco de Holanda faz uma definição de pintor, de influência platónica. Holanda afirma que não é aprendendo que um homem se pode tornar pintor. A pintura é uma ciência que só se dominará na perfeição se já a trouxermos de nascimento, isto é, de forma inata. Holanda afirma que a pintura é um Dom divino e inato.
Para Francisco de Holanda, Deus é a fonte de toda a pintura, sendo também ele o primeiro pintor. A criação é por si encarada como um dar forma pela luz, recuperando a metafísica da luz do platonismo, concebendo por isso a criação como uma função plástica animante, correspondendo a um modelo ou ideia previamente formulado no intelecto divino, tema já sublimemente afirmado por Sto. Agostinho ao estabelecer que Deus não conhece as coisas porque elas existem, mas que as coisas existem porque ele as conhece.
Holanda nasceu na cidade de Lisboa, conforme refere na obra Da Pintura Antiga, tendo provavelmente nascido em 1517 ou 1518, portanto, no reinado de D. Manuel I. Faleceu também em Lisboa, em 1584. Holanda que desde muito novo, mostrou clara propensa para a arte da pintura.

Introdução, notas e comentários de José da Felicidade Alves
Formato: 17 x 23,5 cm / 128 Páginas Br
Edição Livros Horizonte, 1984

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Alfredo Saramago, Manuel Fialho | Doçaria dos Conventos de Portugal

“Um clássico”, previu e bem José Quitério. O vasto trabalho de investigação de Alfredo Saramago a que se juntou a experiência de Manuel Fialho, originaram um livro extraordinário e de grande valor cultural. Meio milhar de receitas, recolhidas em mais de uma centena de conventos, do Minho aos Açores, evidenciam uma doçaria inigualável na sua variedade e requinte de sabores. A este rigoroso trabalho de pesquisa juntaram-se belas fotografias de Inês Gonçalves, feitas um pouco por todo o país, recolhendo visualmente o trabalho criativo de várias doceiras. Mais do que um livro belo e muito útil é uma peça fundamental do nosso património cultural, que o futuro irá certamente apreciar e enaltecer.

Fotografias: Inês Gonçalves
Formato: 23,5 x 30,5 cm / 256 Páginas
Encadernação: Cartonada com sobrecapa
1ª Edição | Assírio & Alvim 1997

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José Ruy | Fernão Mendes Pinto e a sua Peregrinação adaptada em BD

Fernão Mendes Pinto - Nasceu em Montemor o-Velho, em 1510. Durante 21 anos efectuou uma aventurosa viagem pelo Oriente, vindo a escrever a Peregrinação entre 1570 e 1578, no Pragal, em Almada. Em 1614 foi postumamente publicada, com cortes feitos pela censura de então.
  Na capa dessa primeira edição, impressa em Lisboa, pode ler-se: «PEREGRINAÇÃO de Fernão Mendes Pinto, em que dá conta de muitas e muito estranhas coisas que viu e ouviu no reino da China, no da Tartária, no do Sornau que vulgarmente se chama Sião, no do Calaminhão, no Pegú, no de Martavão, e em outros e muitos reinos e senhorios das partes orientais, de que nestas nossas do ocidente há muito pouca ou nenhuma noticia.
  E também dá conta de muitos casos particulares que aconteceram assim a ele como a outras muitas pessoas; e no fim dela trata brevemente de algumas coisas e da morte do Santo Padre Mestre Francisco Xavier, única luz e resplendor daquelas partes do Oriente e nelas Reitor Universal da Companhia de Jesus».

A PEREGRINAÇÃO, de Fernão Mendes Pinto, é uma das obras-primas da literatura portuguesa do final do século XVI, excelentemente adaptada por José Ruy para banda desenhada e agora editada por Meribérica.

Formato: 20,5 x 29 cm / 56 Páginas Br
1ª Edição | Méribérica, s.d. (1987)

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Achegas para a História do Porto de Carreiros | Henrique Vieira de Oliveira

O Porto de Carreiros serviu para desembarque de pessoas, mercadorias e correio, quando a barra do rio Douro não dava entrada por efeito de correntes de vazante ou de cheias.

«De facto, a história do Molhe de Carreiros, que o presente trabalho relata, polariza e exprime os movimentos das gentes e da navegação naquele sector litorâneo, nomeadamente a deslocação da parte das populações banhistas das praias da zona da Senhora da Luz, das Pastoras, do Caneiro, dos Ingleses, da Luz, únicas frequentadas ainda nos finais do século passado, para o Norte, até ao areal da actual Praia do Molhe.
Em tempos mais recuados, nas mencionadas praias da Foz São-Joaneira – a Foz velha (onde, na data certa, tinha lugar o banho santo da festa de S. Bartolomeu), concentravam-se as gentes balneares da área e veraneantes do Porto, que vinham no carroção grande puxado por bois, em «char-à-bancs» ou, em certos casos, de barco, rio abaixo, desde a Ribeira ou Massarelos até à barra e regressando; e os minúsculos areais que se seguiam dali para norte entre a penedia, a sul do Porto de Carreiros, eram ainda totalmente desérticos (a não ser possivelmente o da própria enseada onde tomariam banho familiares dos barqueiros ou gente marítima que ali habitariam, sem esquecer precursores mais interessados na solidão relativa)». Do prefácio

Prefácio de Ernesto Veiga de Oliveira
Formato: 17,5 x 22 cm / 99 Páginas Br
1ª Edição | O Progresso da Foz - Porto, Nevogilde 1989

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Guy Fourquin | História Económica do Ocidente Medieval

Aplicando na sua análise da idade média os conceitos fundamentais da moderna ciência económica, Guy Fourquin revela-nos, em toda a sua clareza, a continuidade entre a vida material daquela época e a dos tempos que se seguiram. Pelo rigor da exposição, assim como pela massa de informação que contém, esta obra é uma fonte de consulta obrigatória.

Formato: 13,5 x 21,5 cm / 464 Páginas Br
1ª Edição / Edições 70, 1986

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Ferdinand Lot | O Fim do Mundo Antigo e o Princípio da Idade Média

A queda do Império Romano, as invasões bárbaras e a expansão do cristianismo originaram uma mentalidade nova, estabelecendo uma ruptura entre o homem da antiguidade e o homem dos novos tempos: o fim do mundo antigo. Contudo, estes períodos históricos não devem ser entendidos de forma autónoma, estanque, como durante muito tempo a historiografia tradicional fez, antes como um processo natural de continuidade histórica. Pioneiro do conceito de Antiguidade Tardia, Lot afirma: «Não se pode compreender a Idade Média se não remontarmos ao Baixo Império Romano». Pondo a tónica na análise económica e social, também neste campo Ferdinand Lot foi um inovador.

Formato: 13,5 x 21 cm / 456 Páginas Br
1ª Edição / Edições 70, 1985

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João Aguiar | Navegador Solitário

Solitão Fernandes nasceu em Giestal dos Frades, filho de gente desonrada e trabalhadora. Guiado por tão sábios ensinamento, Solitão navega com êxito no oceano revolto que é a sociedade deste nosso fim de século e aprende rapidamente a vencer na vida. Só que, de repente, tudo muda...
O relato das navegações de Solitão Fernandes no mar português contemporâneo desenrola-se em paisagens pintadas com ácido e adornadas com sorrisos torcidos, mas também com algum humor inocente. Nas margens desse mar, esconde-se até um pouco de ternura envergonhada.

Formato: 13,5 x 20 cm / 398 Páginas
Encadernação: Capa dura c/sobrecapa
5ª Edição | Edições Asa, 2000

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Ilha de Moçambique pela Voz dos Poetas | Compilação de Nelson Saúte e António Sopa

Uma bela produção, e com grande abrangência sobre a literatura dedicada à Ilha. Com alguns registos de viajantes anglófonos, com textos "populares", canções locais ditas anónimas pois o povo é anónimo, seja qual for o "folclore", entretanto já desanonimizadas.

«Falas e gentes, culturas e povos reencontram-se, em sagração, na encruzilhada secular desta Muipíti, incrustada no Índico, mirando pachorrenta o Oriente, na inédita cumplicidade entre o macúti e a pedra e cal, o maulide e o açafrão, o m'siro e o colar de prata, o caril e o tufo, expressando-se em macua, swahíli, árabe, português, eu sei lá!, que esta Ilha de Moçambique, nos flancos que se abrem à reconciliação entre Caliban e Próspero, a despeito de alguns complexos que subsistem, aglutina e resguarda, como manancial de quem somos tributários, á incomensurável distância, o repositório de uma memória que a singulariza na prole da moçambicanidade através de um hierático mosaico cultural.» Nelson Saúte 

Autores / Textos:
Alberto de Lacerda / Alexandre Lobato / Álvaro Belo Marques / António Ennes / António Pinto Miranda / Augusto de Castilho / Camões / Carlos José Caldeira / Eduardo White / Elis Karlsson / Frei Bartolomeu dos Mártires / Frei João dos Santos / Gaspar Correia / Glória de Sant’Anna / Gouvêa de Lemos / Guilherme de Melo / Henrique Salt / João Baptista de Montaury / Joaquim José Varela / Jorge de Sena / José Craveirinha / José Joaquim Lopes de Lima / José Pedro da Silva Campos Oliveira / Lília Momplé / Lyons McLeod / Luís Carlos Patraquim / Nelson Saúte / Neves e Sousa / Orlando Mendes / Pde. Monclaro / Rui Knopfli / Thomas Boteler / Tomás António Gonzaga / Vasco da Gama e Virgílio de Lemos, 

Grafismo: Armando Alves
Formato: 15,5 x 23,5 cm / 200 Páginas com ilustrações e fotografias a preto & branco / Br
1ª Edição | Edições 70 / Comissário-Geral de Moçambique na Expo Sevilha, 1992.

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António Manuel Couto Viana | Romaria d’ Agonia Viana do Castelo

The Agonia Pilgrimage
Edição Bilingue PT/ING

“Obra sobre aquela que é justamente considerada, uma das mais belas e grandiosas festas populares da Europa.
Obra de interesse etnográfico e social sobre um tema tão arreigado na vivência Portuguesa, como é o das suas Romarias e Festas tradicionais.
Viana do Castelo possui, com efeito, o sortilégio anual de afirmar perante centenas de milhares de forasteiros, quanto a tocante designação romana de Lethes – esquecimento na felicidade da beleza - dada a região e ao próprio rio Lima – continuou a ser merecedora de sinónimos consagrados ali pela presença multissecular do povo português. Tais sinónimos poderão ser, entre outros, lembrança ou saudade. O poeta António Manuel Couto Viana, no decorrer do seu belo texto, canta essa saudade e lembrança com a sua mão de mestre.
[…] Almeida Dias, a quem o muito trabalho e o bom gosto concedem, por vezes, a fortuna de fotografias excepcionais.” João Osório de Castro e Henrique Osório de Castro

ÍNDICE:
Romaria d’ Agonia / Mordomia / Gigantones, Zabumbas e Gaiteiros / Procissão Solene / Cortejo Etnográfico / Procissão ao Mar / A Feira e o Povo / Folclore / A Festa à noite / The Agonia Pilgrimage

Fotografia: Francisco de Almeida Dias
Dimensões: 29 x 29 cm / 132 Páginas – Muito Ilustrado
Encadernação: Capa dura com sobrecapa
1ª Edição | ELO - Luzes da Ribalta, 1996

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Cristóvão Colon (Colombo) era Português | Manuel Luciano Da Silva

O homem a quem nos habituámos a chamar Colombo nunca teve esse nome enquanto foi vivo. Nos documentos que assinou, nas cartas que lhe foram dirigidas, nos escritos dos cronistas do seu tempo, sempre foi Cristóvão Colon. Neste livro, os autores - dois portugueses radicados há décadas nos Estados Unidos, que já nos deram a conhecer o significado das inscrições da Pedra de Dighton, testemunho da chegada pioneira dos Portugueses ao actual território dos EUA não demonstram como Cristóvão Colon era um nome que ocultava a verdadeira identidade do navegador: o português Salvador Fernandes Zarco.

Edição Especial Exclusiva para o Finibanco, com a colaboração da Associação Dr. Manuel Luciano Da Silva
Autores: Manuel Luciano Da Silva e Sílvia Jorge da Silva
Formato: 21 x 26 cm / 352 Páginas
Encadernação: Capa dura com Sobrecapa
3ª Edição | Quidnovi / Finibanco

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A Arte do Manuelino (Mecenas, Influências, Espaço) - M. C. Mendes Atanázio

"A especificidade de um estilo arquitectónico reside na sua maneira de organizar as estruturas e na sua funcionalidade e noção de espaço, e esse constitui o inovador ponto de partida para uma abordagem, que ainda ninguém tentara, à arte do Manuelino. O seu autor documenta-se abundantemente em exemplos sobejamente conhecidos, como o do Mosteiro de Belém ou o do Convento de Cristo em Tomar com a sua célebre janela, para não mencionar senão dois dos mais significativos, e analisa exaustivamente em pormenor a sua construção e decoração. Mas, para além dessa análise, o autor vai também procurar definir as influências políticas, sociais e culturais que deram expressão a um estilo que é único no mundo. Mas apesar dos contributos góticos, platerescos, mudéjares e renascentistas, se o Manuelino ficou português , isso se deve à influencia dos mesteres e ofícios mecânicos e à consequente relação com as armações de carácter efémero que eram utilizadas em festividades, recepções, etc.
Um apêndice final reúne a documentação e respectiva análise sobre as «arcadas do dormitório» do Mosteiro de Belém, antes das modificações efectuadas ao longo dos séculos XIX e XX.

Formato: 16,5 x 23 cm / 220 Páginas com gravuras e fotografias a preto e branco - Br
1ª Edição | Editorial Presença, 1984

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Valter Hugo Mãe | Estou escondido na cor amarga do fim da tarde

estou escondido na cor amarga do
fim da tarde. sou castanho e verde no
campo onde um pássaro
caiu. sinto a terra e orgulho
por ter enlouquecido. produzo o corpo
por dentro e sou igual ao que
vejo. suspiro e levanto vento nas
folhas e frio e eco. peço às nuvens
para crescer. passe o sol por cima
dos meus olhos no momento em que o
outono segue à roda do meu tronco e, assim
que me sinta queimado, leve-me o
sol as cores e reste apenas o odor
intenso e o suave jeito dos ninhos ao
relento

Desenho da capa: Isabel Lhano
Formato: 13,5 x 21 cm / 66 Páginas Br
1ª Edição | Campo das Letras, 2000

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Ernesto de Sousa | Para o Estudo da Escultura Portuguesa

Neste estudo sobre a “significação profunda da escultura portuguesa”, Ernesto de Sousa dedica todo um capítulo ao “Problema visual: discussão sobre as virtudes e as características da interpretação e reprodução fotográfica nos estudos de escultura. Estética do fragmento. Iluminação e valores tácteis. Sugestões para a utilização da fotografia como método indispensável dos estudos iconográficos e estéticos. Comparativismo e visão polémica.” A fotografia permite-lhe identificar e simultaneamente descobrir, sem nunca perder a noção do potencial visual e cultura material que lhe é próprio. Dessa forma, evidencia a abstração da mediação estética –nomeadamente através da iluminação ou do enquadramento– tornando-a objecto explícito do seu trabalho intelectual. Imagem e discurso são conscientes da sua mediatização e consequentemente contemporâneos e autocríticos: 
“Uma figura num capitel de igreja românica, não era apenas objecto de demorada contemplação e espanto para o camponês de Entre-Douro-e-Minho, era-lhe um valor íntimo, uma íntima maneira de ele ser no espaço e no tempo. Para nós tudo isso tem que ser reedificado segundo valores mais abstractos, na mediação estética ou filosófica da nossa modernidade; valores no entanto, não menos ardentes, quando reedificados no futuro.” 

Fotografia e texto: Ernesto de Sousa
Formato: 16,5 x 23 cm / Páginas (96 texto + 80 com fotografias preto e branco)
2ª Edição | Livros Horizonte, 1973

INDISPONÍVEL

Mário Varela Soares | A Perdiz no Receituário Ibérico

Recolha de receitas de perdiz na Península Ibérica.

“ (...) Por entre cá e lá saltam-nos as perdizes no prato e na memória em receitas semelhantes mas diferenciadas, aqui e ali, pelos humores das cozinheiras e os amores da mesa. Passemos, portanto, à mesa. Lavada a boca e ajustada a placa, é tempo de se pensar, na terra, como ganhar o Céu por via de uma perdiz." Do Prefácio

Índice:
As RECEITAS… históricas, literárias e mundanas / autárquicas, anárquicas, regionalistas e bairristas / prestimosas mas não menos famosas / assim e assadas / estafadas e estufadas / de ceboladas e escabeches / das dietas gordas / das histórias de encantar / com chocolate / enformadas / ajardinadas com couves e repolhos / onomásticas / para durar / das sopainas e outras comezainas / Perdizes com salero / conceitos e preceitos.

Formato: 14,5 x 22 cm / 207 Páginas Br
2ª Edição | Meribérica Editores, 1998

INDISPONÍVEL

António Cruz | Paleografia Portuguesa

ÍNDICE:
1. A Escrita ao serviço da sociedade / 2. O Alfabeto Latino / 3. Teoria da Braquigrafia / 4. Iniciação à técnica Paleográfica / 5. As últimas normas para transcrição de textos / 6. Um antigo e opulento Cartório / 7. A estrutura do Documento / 8. Validação dos documentos / 9. A Escrita Visigótica em Portugal / 10.  A Escrita Visigótica dos Códices / 11. A escrita Carolingia / 12. Evolução da Cursiva Gótica / 13. Nova glosa sobre o mais antigo documento em português / 14. A Gótica «LIBRARIA» e «EPISTOLARIS» no mesmo cartório / 15. Primórdios e evolução da escrita na Cúria e na Chancelaria Régias / 16. Primórdios e evolução da escrita na Chancelaria Régia / 17. Evolução da Cursiva nos diplomas medievais particulares.

Formato: 14,5 x 20,5 cm / 356 Páginas Br
1ª Edição | Cadernos Portucale, Universidade Portucalense, 1987

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Os Morgados de Santo António do Cruzeiro de Oliveira de Azeméis – Apontamentos genealógicos

Monografia de muito boa contextura genealógica pelo sentido crítico e objectivo que revela assim como pelo sensato critério de partir de eras já documentadas ou documentáveis em base verídica.
  A substituição do seco “autem genuit” pela narrativa das biografias das pessoas citadas com largos detalhes dá a este trabalho um cunho valioso e humanamente expressivo.
 “A Casa do Cruzeiro – Corte Reais (Cardosos Pizarros Corte Reais / Lucenas e Lemes Corte Reais / Corte Reais Teixeiras da Mota / Correias de Almeida e Corte Reais Garcês Palha / Cortes Reais Braga).
Inclui bibliografia e extenso Índice onomástico.

Introdução de Ruy Dique Travassos Valdez
Tiragem: 500 exemplares
Dimensões: 24 x 17 cm / 330 Páginas ilustrado com fotografias, gravuras, facsímiles. Br
1ª Edição do autor, 1975 (assinado e datado pelo autor)

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Rómulo de Carvalho | As Origens de Portugal - História contada a uma criança [edição fac-símile]

“Esta obra excepcional de Rómulo de Carvalho, que também fez as ilustrações, foi escrita na década de quarenta, em plena Guerra Mundial, tendo como destinatário o filho do autor, então uma criança de sete anos acabada de entrar na escola primária. A obra ficou incompleta, tendo o seu título sido dado pelo filho, Frederico Gama Carvalho, que assina o prefácio do livro, editado pelo Serviço de Educação da Fundação. Trata-se de uma viagem fascinante pelas terras onde nasceu Portugal, os povos e os homens que formaram a Nação Portuguesa, que são trazidos ao leitor pela mão e pelo olhar de um pedagogo, cientista, poeta e divulgador exemplar, numa linguagem simples e fascinante.”

Prefácio: Frederico Gama Carvalho
Formato: 22,5 x 32 cm / 250 Páginas / Ilustrado
Encadernação: capa dura forrada a tela com sobrecapa
1ª Edição / Fundação Calouste Gulbenkian, 1998

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As Quatro Estações [1ª Edição para bibliófilos, numerada e assinada por Armando Alves, 1977]

Edição para bibliófilos, numerada e assinada por Armando Alves, apresentada em folhas soltas numa carteira própria de cartolina.
Textos de Jorge de Sena, Eugénio de Andrade, Vergílio Ferreira e Almeida Faria. Ilustrações (Impressas à parte) de Ângelo de Sousa, José Rodrigues, António Cruz e Armando Alves 
Os textos são antecedidos de uma reprodução a cores de iluminuras dos séculos XIV e XV.

Foram tirados 1100 exemplares em papel Damier de 150 gramas, destinando-se particularmente a bibliófilos.
Formato: 21 x 32 cm / 52 Páginas
Encadernação: Folhas soltas numa carteira própria de cartolina.
1ª Edição Numerada e assinada | Editorial Inova, 1977 

Exemplar em Excelente Estado. Carteira em cartolina apresenta um ligeiríssimo desgaste. Folhas interiores em excelente estado.
                                             
                                              INDISPONÍVEL

20 Artistas 20 Escritores - Uma Pequena Onda [Escritores e Artistas assinalam o seu 110º aniversário]

“Quando em 31 de Dezembro do já longínquo ano de 1881, um grupo de Portuenses ilustres, decidiu construir um hospital para crianças pobres e doentes, logo de seguida, também o genial Camilo Castelo Branco rubricava o seu óbolo às crianças em apoio ao referido hospital. Era o alvorecer duma grande e ampla acção de solidariedade social, vertida em exclusivo para o hospital que, à boa maneira da época, em breve tomaria o nome da sua protectora a Rainha Maria Pia (…)” J.M.P

ESCRITORES que participaram nesta obra:
Agustina Bessa-Luís | Albano Martins | António Rebordão Navarro | Arnaldo Saraiva | Bento da Cruz | Egito Gonçalves | Eugénio de Andrade | Fernando Echevarria | Fernando Guimarães | Francisco Duarte Mangas | Ilse Losa | José Augusto Seabra | José Viale Moutinho | Laureano Silveira | Luísa Dacosta | Manuel António Pina | Mário Cláudio | Ramiro Teixeira | Rosa Alice Branco e Rui Magalhães.

ARTISTAS
Albuquerque Mendes / Ângelo de Sousa / Armando Alves / Avelino Rocha / Carlos Carreiro / Domingos Pinho / Emerenciano / Francisco Laranjo / Gabriela Vaz / Helena Abreu / Jorge Pinheiro / José Rodrigues / Júlia Landolt / Júlio Resende / Laureano Riba Tua / Luís Demée / Manuela Bacelar / Mário Américo e Pedro Tudela.

Desta edição foram tirados 2000 exemplares, no formato aparado de 22,5 x 30 cm, em papel couché mate 140 gramas, sob orientação gráfica de Armando Alves.
Prefácio de José Manuel Pavão
Formato: 22,5 x 30 cm / 150 Páginas / Ilustrado Br
1ª Edição | Hospital Maria Pia, Porto 1991

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Aquae Flaviae I - Fontes epigráficas da Gallaecia meridional interior

A região de Chaves constitui-se herdeira de um património sócio-cultural soberbo de contacto de culturas e povos ao longo da sua historicidade. Abrigada pelas serranias que enlaçam por trás dos montes, desde A Gudina e Estivadas para Norte (Galiza) até à Padrela e ao Alvão mais para Sul (Norte de Portugal) emerge, num espaço de privilégio de veiga fértil, cobiçada e disputada – Aquae Flaviae, hoje Chaves.
  Esta obra assombra-nos pela quantidade de documentos, mais de 650, pela sua transcendência, no dizer dos entendidos, tão cara à compreensão do fenómeno romanizador no noroeste peninsular, pela cuidada preparação de textos e ilustrações na qual colaboraram editoras de grande prestígio.
Em suma, trata-se de um dos mais importantes conjuntos epigráficos da península, não só pelo seu numero como, porventura, e obviamente mais importante, pela sua originalidade e variedade.

Autor: António Rodrigues Colmenero
Colaboração de Firmino Aires / Enrique Alcorta
Formato: 22 x 30,5 cm / 509 Páginas
Encadernação: Capa dura forrada a tela com sobrecapa
2ª Edição | Câmara Municipal de Chaves, 1997

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Um Património Artístico | Banco Português do Atlântico [Edição Trilingue]

Um património artístico adquirido, coleccionado, preservado por um Banco, ao longo da sua vida…

ÍNDICE:
Apresentação / Fotografias / O Paço da Palmeira / A Evolução da Arte em Portugal / Legendas.

Fotografias do Livro: 
Interior do Paço da Palmeira, Jardins, Azulejos, Mobiliário, Esculturas, Quadros, Tapeçaria e Gravuras de:
Henrique Medina | Alberto de Sousa | Jaime Isidoro | Carlos Botelho | Carlos Carneiro | Amândio Silva | Jorge Barradas | Charters D'Almeida | Rogério Ribeiro | Almada Negreiros | Vieira da Silva | Alice Jorge | Cruzeiro Seixas | Nikias Skapinakis | Júlio Resende | Eduardo Nery | Cargaleiro | Paula Rego | Henrique Silva entre outros.

Edição Trilingue: Português, Inglês e Alemão
Texto: Teresa Martins de Carvalho
Fotografia e Maquete de Willy Heinzelmann
Formato: 26,5 x 24 cm / 198 Páginas com 112 fotografias a cores Br
Livro com Caixa de protecção.
1° Edição | Banco Português do Atlântico, 1983

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João Nunes da Silva | O TEJO DO ESTUÁRIO - The Tagus at the estuary [Edição Bilingue]

Livro de uma beleza extraordinária numa edição de luxo!
  Classificado como um dos dez estuários mais importantes da Europa, a sua importância reflete-se sobretudo nos largos milhares de aves aquáticas que alberga, principalmente nos meses de inverno.
  Tejo do Estuário pretende “focar”, no sentido literal, o estuário do Tejo por se tratar de um livro de fotografia. Gostaríamos por isso que os textos servissem sobretudo para melhor reter essas imagens; o que neles está exposto é o resultado do conhecimento pessoal e da recolha de informação de diversas fontes ligadas às ciências humanas e exactas, que realizamos, não de forma exaustiva, mas de modo a transmitir o mesmo entusiasmo que sentimos pelo estuário, a sua riqueza ecológica, as suas gentes e história.

INDÍCE:
- O Tejo natural / Tagus natural
- O último sal / The last salt
- Vastos montados / Vast montados
- Conservar o estuário / Conserving the estuary
- Os senhores do estuário / The Lords of the estuary
- Histórias e gentes / History and people

Fotografia: João Nunes da Silva
Textos: Paula Lopes da Silva
Formato: 24,5 x 33 cm / 124 Páginas i
mpressas em papel couché
Encadernação: Capa dura forrada a tecido com sobrecapa 
1ª Edição | Quetzal Editores, 2002

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Hélder Pacheco | PORTUGAL Património Cultural Popular - O Ambiente dos Homens

Trata-se de uma síntese incompleta de imagens que evocam algumas manifestações. Ficaram de fora a musica e a literatura, a magia e a medicina, a cozinha e a doçaria e muitas outras coisas, que também são, indubitavelmente, riquezas culturais. Estas imagens são vividas nos locais e com as pessoas que neles estão implícitas. Correspondem, na grande maioria, a momentos exaltantes de convívio com gente normalmente simples, quase sempre amável, muitas vezes (legitimamente) desconfiada perante mais alguém que lhes entrava pelas portas adentro. São imagens que representam um peregrinar por montes acima, até às ermidas, um mergulhar nas aldeias escondidas, um descobrir de ruas antigas e ignoradas das cidades. Tardes e amanheceres. Anos de perseguição incansável deste nosso acontecer colectivo…”
Desta 1ª Edição fez-se uma tiragem de 5000 exemplares em papel couché mate de 150g.
Direcção Gráfica: Armando Alves
Formato: 21 x 28,5 cm / 142 Páginas, muito Ilustrado
Encadernação: Capa dura
1ª Edição | Areal Editores, 1985

                                                 INDISPONÍVEL

Hélder Pacheco | Tradições Populares do Porto

Este livro sobre o Porto trata a cidade não como conjunto de espaços, monumentos e locais, mas toma como sujeito a própria vida da colectividade humana que a habita e lhe confere o seu «espírito oculto» - o seu vínculo ás alegrias, tristezas, necessidades e aspirações dessa colectividade...
O leitor é cativado pela escrita pessoal que desvenda tradições, usos, costumes, superstições, romarias, bairrismos, folguedos, devoções, festejos, receitas culinárias, artes, canções e tantas outras facetas da vida portuense.(…) Por isso, a leitura desta obra constitui ponto de referência obrigatória, porque também ela é património cultural de todos os portugueses.

Formato: 18,5 x 24,5 cm / 176 Páginas, muito Ilustrado Br
2ª Edição | Editorial Presença, 1985

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Mário de Carvalho | Quem disser o contrários é porque tem razão [1ª Edição]

Ser escritor. O texto ficcional. Dilemas, enigmas e perplexidades do ofício. No vale das contrariedades. Nada do que parece é. O «assertivismo» é um charlatanismo. A valsa dança-se aos pares: escrita e leitura, autor e leitor, personagem e acção, causalidade e verosimilhança, contar e mostrar, o dentro e o fora, a superfície e o fundo. O bico-de-obra do primeiro livro. Por onde começar? Com que começar? Com quem começar? A manutenção do interesse. Não há regra sem senão; não há bela sem razão. Ou o oposto. Riscos, cautelas e relutâncias.

Obra Vencedora do Prémio P.E.N. Clube Português
Formato: 14 x 21 cm / 276 Páginas Br
1ª Edição | Porto Editora, 2014

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Mark Rothko | A realidade do artista - Filosofias da Arte

A realidade do artista resulta da descoberta recente de um manuscrito de Mark Rothko, no qual o pintor reflecte sobre temas que vão do Renascimento à arte contemporânea, do mito ao belo, passando pela verdadeira natureza da arte ou pela crítica e pelo papel da arte e dos artistas na sociedade. A par da exposição do seu pensamento, Rothko transmite claramente ao leitor a intensidade da sua demanda artística, o esforço doloroso e constante para aprofundar questões que, para ele, seriam do domínio do inefável.

Tradução de Fernanda Mira Barros
Formato: 13 x 20,5 cm / 272 Páginas + 8 Ilustradas
1ª Edição | Edições Cotovia, 2007

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