Mostrar mensagens com a etiqueta Teatro. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Teatro. Mostrar todas as mensagens

Maria João Serrão | Constança Capdeville – Entre o Teatro e a Música

Para além de realçar como Constança Capdevile se inseriu nas tendências da criação artística do seu tempo, faz-se notar a sua aposta em novas formas para novos tipos de comunicação com o público, numa estética ligada à então "música contemporânea", que são paradigmáticas das criações espectaculares de teatro/música de hoje.

“Constança Capdevile ocupa uma posição singular na música portuguesa e mesmo na música europeia. Essa singularidade é o objecto da investigação de Maria João Serrão, que procedeu ao estudo exaustivo e sistemático do espólio legado pela compositora”. (Mário Vieira de Carvalho, do prefácio)

Prefácio de Mário Vieira de Carvalho
Colaboração com a Universidade Nova de Lisboa
Formato: 27x19,5 cm / 220 Páginas Br
1ª Edição | Edições Colibri / Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical, 2006

Indisponível

Plauto | O Soldado Fanfarrão

Tito Márcio Plauto nasceu duma família pobre em Sarsina, na Úmbria e veio para Roma ainda muito novo. Supõe-se que tenha vivido entre 254 e 184 a.c. Terá sido actor de farsas e bem-sucedido actor cómico.
Chegaram até nós 21 obras suas. A presente teve, provavelmente, a sua estreia em 205 a. C., e o seu texto, inspirado num original grego, está cheio de alusões a factos e costumes da vida romana, num registo sarcástico e contundentemente crítico.

Formato: 15 x 21 cm / 92 Páginas Br
1ª Edição / Edições Colibri, 1999

Indisponível

Bernardo Santareno | António Marinheiro (O Édipo de Alfama) 1ª Edição

Em António Marinheiro (O Édipo de Alfama), o artista afere a validade de alguns processos dramatúrgicos conhecidos da modernidade europeia, apesar de estes serem mais evidentes na segunda fase da sua obra, depois da sua peça o Judeu de 1966. Fascinado pela tragédia antiga, Santareno reescreve-a para testemunhar a tragicidade contemporânea onde se encontra o «sentimento trágico da existência» que Lorca, Sartre, Genet, assim como Beckett e Ionesco, já exprimiam.

Opinião na contracapa de António Pedro
Capa da brochura ilustrada por António Emílio Teixeira Lopes. 
Formato: 14 x 20,5 cm / 118 Páginas Br
1ª Edição | Divulgação – Porto, s.d. (1960)

INDISPONÍVEL

Camilo em Pedralva | Alice Santos

“Menos Jovem, fiz um périplo pelas andanças do 1º Romancista da península. Felizmente, foi fácil seguir uma rota, que, me parece, jamais ficará completa, pois Camilo Castelo Branco, espírito agitado e tumultuoso, estava em permanente circulação. Porto, o seu destino. Destino fatal, pela grande paixão que viveu com a mulher de pinheiro Alves. Ana Plácido.
Estes amores proibidos levaram-nos a refugiar-se no Solar do Senhor da Honra de Pedralva. A amizade cimentou-se, tendo Camilo apadrinhado o filho varão de D. Mateus Alcoforado e sua esposa Dona Josefina d’Anóbrega. É neste planalto, junto a Briteiros, que se desenrola a acção principal desta peça de teatro.” A Autora

Formato: 15 x 20,5 cm / 72 Páginas Br
1ª Edição de Autor, 2001

INDISPONÍVEL

Miguel Franco | Legenda do Cidadão Miguel Lino

A Legenda do Cidadão Miguel Lino aponta a outro problema de consciência moderna o da revolução «traída». Servem-lhe de motivo as invasões francesas, e é curioso assinalar que se na Rússia esse magno acontecimento histórico nos valeu um monumento literário como Guerra e Paz, em Portugal a repercussão artística do evento quedou-se ao nível de obras como: A Casa dos fantasmas, de Rebelo da Silva, ou O Sargento-Mor de Vilar de Arnaldo Gama, ainda são os nossos melhores reflexos literários das invasões napoleónicas. A estas obras é preciso acrescentar esta legenda como uma das mais significativas.

Formato: 13,5 x 19,5 cm / 142 Páginas Br
1ª Edição, Editorial Inova, 1973

INDISPONÍVEL