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O Palácio da Relação e Cadeia do Porto | Maria José Moutinho e Margarida Santos Coelho

Valioso contributo para a história da Cidade do Porto, em particular para a história de um dos seus mais importantes e enigmáticos exemplares de Arquitectura civil de origem setecentista.
Este estudo, fruto de colaboração interdisciplinar, nasceu, de forma quase involuntária, da junção de dois projectos autónomos que um dia se cruzaram. Pelo meio havia um edifício magnífico com a história por fazer: O Palácio da Relação e Cadeia do Porto. A sua estrutura foi organizada foi organizada de acordo com um itinerário que o leitor pudesse percorrer, recordando, de caminho, episódios das memórias do velho edifício. Decidiu-se partir dos seus antecedentes históricos, assistir à evolução da área urbana envolvente, e, em seguida, entrar à descoberta do próprio imóvel, conhecer alguns dos seus problemas construtivos, para depois percorrer, com vagares, os espaços interiores, seguindo passo a passo as vicissitudes da sua história. Finalmente, pressentir as vivências que se escondem por detrás de cada espaço, através das recordações de um património perdido e da visão fugaz de alguns homens que, marcados pelo destino, ali deixaram sinal da sua passagem. Para a realização deste projecto foi essencial, como já se referiu, a utilização de um importante conjunto de documentação histórica inédita.

Direcção Gráfica de João Machado.
Formato: 24 x 30,5 cm | 240 Páginas muito Ilustrado com fotografias, desenhos e mapas.
Encadernação: Capa dura forrada a tecido com a sobrecapa e caixa de proteção.
1ª Edição | Edições Asa, 1993

INDÍSPONÍVEL

Achegas para a História do Porto de Carreiros | Henrique Vieira de Oliveira

O Porto de Carreiros serviu para desembarque de pessoas, mercadorias e correio, quando a barra do rio Douro não dava entrada por efeito de correntes de vazante ou de cheias.

«De facto, a história do Molhe de Carreiros, que o presente trabalho relata, polariza e exprime os movimentos das gentes e da navegação naquele sector litorâneo, nomeadamente a deslocação da parte das populações banhistas das praias da zona da Senhora da Luz, das Pastoras, do Caneiro, dos Ingleses, da Luz, únicas frequentadas ainda nos finais do século passado, para o Norte, até ao areal da actual Praia do Molhe.
Em tempos mais recuados, nas mencionadas praias da Foz São-Joaneira – a Foz velha (onde, na data certa, tinha lugar o banho santo da festa de S. Bartolomeu), concentravam-se as gentes balneares da área e veraneantes do Porto, que vinham no carroção grande puxado por bois, em «char-à-bancs» ou, em certos casos, de barco, rio abaixo, desde a Ribeira ou Massarelos até à barra e regressando; e os minúsculos areais que se seguiam dali para norte entre a penedia, a sul do Porto de Carreiros, eram ainda totalmente desérticos (a não ser possivelmente o da própria enseada onde tomariam banho familiares dos barqueiros ou gente marítima que ali habitariam, sem esquecer precursores mais interessados na solidão relativa)». Do prefácio

Prefácio de Ernesto Veiga de Oliveira
Formato: 17,5 x 22 cm / 99 Páginas Br
1ª Edição | O Progresso da Foz - Porto, Nevogilde 1989

INDISPONÍVEL


20 Artistas 20 Escritores - Uma Pequena Onda [Escritores e Artistas assinalam o seu 110º aniversário]

“Quando em 31 de Dezembro do já longínquo ano de 1881, um grupo de Portuenses ilustres, decidiu construir um hospital para crianças pobres e doentes, logo de seguida, também o genial Camilo Castelo Branco rubricava o seu óbolo às crianças em apoio ao referido hospital. Era o alvorecer duma grande e ampla acção de solidariedade social, vertida em exclusivo para o hospital que, à boa maneira da época, em breve tomaria o nome da sua protectora a Rainha Maria Pia (…)” J.M.P

ESCRITORES que participaram nesta obra:
Agustina Bessa-Luís | Albano Martins | António Rebordão Navarro | Arnaldo Saraiva | Bento da Cruz | Egito Gonçalves | Eugénio de Andrade | Fernando Echevarria | Fernando Guimarães | Francisco Duarte Mangas | Ilse Losa | José Augusto Seabra | José Viale Moutinho | Laureano Silveira | Luísa Dacosta | Manuel António Pina | Mário Cláudio | Ramiro Teixeira | Rosa Alice Branco e Rui Magalhães.

ARTISTAS
Albuquerque Mendes / Ângelo de Sousa / Armando Alves / Avelino Rocha / Carlos Carreiro / Domingos Pinho / Emerenciano / Francisco Laranjo / Gabriela Vaz / Helena Abreu / Jorge Pinheiro / José Rodrigues / Júlia Landolt / Júlio Resende / Laureano Riba Tua / Luís Demée / Manuela Bacelar / Mário Américo e Pedro Tudela.

Desta edição foram tirados 2000 exemplares, no formato aparado de 22,5 x 30 cm, em papel couché mate 140 gramas, sob orientação gráfica de Armando Alves.
Prefácio de José Manuel Pavão
Formato: 22,5 x 30 cm / 150 Páginas / Ilustrado Br
1ª Edição | Hospital Maria Pia, Porto 1991

INDISPONÍVEL

Hélder Pacheco | Tradições Populares do Porto

Este livro sobre o Porto trata a cidade não como conjunto de espaços, monumentos e locais, mas toma como sujeito a própria vida da colectividade humana que a habita e lhe confere o seu «espírito oculto» - o seu vínculo ás alegrias, tristezas, necessidades e aspirações dessa colectividade...
O leitor é cativado pela escrita pessoal que desvenda tradições, usos, costumes, superstições, romarias, bairrismos, folguedos, devoções, festejos, receitas culinárias, artes, canções e tantas outras facetas da vida portuense.(…) Por isso, a leitura desta obra constitui ponto de referência obrigatória, porque também ela é património cultural de todos os portugueses.

Formato: 18,5 x 24,5 cm / 176 Páginas, muito Ilustrado Br
2ª Edição | Editorial Presença, 1985

INDISPONÍVEL

Hélder Pacheco | Artes e Tradições da Região do Porto

Organização e Introdução de Hélder Pacheco

“…a cidade do Porto é hoje, desgraçadamente, em matéria de artes e tradições populares, um espaço agónico onde a festa do S. João é um milagre de resistência e de teimosia quase congénitas. Desaparecidos os artistas dos mestres, substituídos os objectos – com sentimento – dos artesãos pelos objectos mercenários da quinquilharia, do novo-riquismo cultural e do consumismo domesticado, substituído o engenho pela saudade do que se deixou destruir, já não seria possível preencher, apenas com as tradições portuenses que interessam a esta série, um volume exclusivo das artes populares.” Hélder Pacheco

Este livro deve-se ao interesse e ao trabalho dos professores Estagiários de Educação Visual e respectivos Professores Orientadores das escolas preparatórias.

Formato: 14,5 x 20,5 cm / 306 Páginas Br
1ª Edição | Terra Livre - Direcção Geral da Comunicação Social, 1985

Indisponível

PORTO FICÇÃO - Antologia Contos sobre o Porto | Vários

"As quinze ficções reunidas neste livro, e unidas pelo tema ou pelos motivos portuenses, podem ler-se como capítulos de um fragmentado ou polifacetado romance moderno, que vem enriquecer, e de que maneira, a literatura e o imaginário da Invicta.  Neste grupo de autores, três vivem no Porto (Agustina Bessa-Luís, Mário Cláudio, Manuel Jorge Marmelo); os outros seis portugueses são: Lídia Jorge, Luísa Costa Gomes, Maria Velho da Costa, Mário de Carvalho, Rui Nunes, Urbano Tavares Rodrigues; quatro são brasileiros (Moacyr Scliar, Bernardo de Carvalho, Nélida Piñon, Lygia Fagundes Telles); um angolano (Pepetela) e um moçambicano (Mia Couto).

Concepção do Projecto: Paulo Cunha e Silva
Prefácio e coordenação: Arnaldo Saraiva
Formato: 13 x 19,5 cm / 240 Páginas - Brochado com sobrecapa
1ª Edição Edições Asa, 2001

INDISPONÍVEL