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John O’Connor | Vistas de Cidades - Cityscapes Lisboa Porto Coimbra [edição Limitada]

Aguarelas e desenhos de John O’Connor complementados por textos de autores portugueses seleccionados por Maria do Carmo Paço d’Arcos. 
«Há em cada cidade uma alma única, que vive sobretudo nos seus lugares simbólicos, aqueles que persistem no coração, na memória, no tempo, ganhando aquela eternidade que nos toca, efémeros que somos. Foi nesses lugares que o pintor inglês John O’Connor procurou, naturalmente, a alma de três cidades portuguesas, Lisboa, Porto e Coimbra, encontrando-a em praças, ruas e becos, miradouros e jardins, igrejas e monumentos, cafés e quiosques, e no rio que lhes corre no horizonte. Dos encontros nasceram as aguarelas e desenhos reproduzidos neste livro, quase um diário pintado das emoções que as três cidades lhe despertaram no olhar.» Fátima Vieira – Crítica de arte

Textos de:
Afonso Duarte / Alberto de Oliveira / Almeida Garrett / António Botto / António de Sousa / António Homem de Mello / António Lousada / António Manuel Couto Viana / António Sardinha / Calderon Dinis / Cesário Verde / David Mourão Ferreira / Egito Gonçalves / Euclides Cavaco / Eugénio de Andrade / Eugénio de Castro / Fernando Pessoa / Fialho de Almeida / Gil Vicente / Henrique Rêgo / Jacinto Soares de Albergaria / Jaime Cortesão / João de Lemos / José Gomes Ferreira / Luís de Camões / Luís Veiga Leitão / Manuel Teixeira Gomes / Mário Cesariny de Vasconcelos / Martinho de Brederode / Pedro Tamen / Raúl Brandão / Rose Macaulay / Rui Lage / Ruy Belo / Sophia de Mello Breyner Andresen / Teixeira de Pascoaes / William Beckford / Vasco Graça Moura

Edição Limitada a 500 exemplares
Edição bilingue (Português/Inglês)
Formato: 25 x 31,5 cm / 128 Páginas – ilustrado a cores e impresso em papel Stockwell Special 160 grs. 
Encadernação: Capa dura forrada a tecido com sobrecapa.
1ª Edição | Caixa Geral de Depósitos, 2009

INDISPONÍVEL

Jorge Pinheiro | As Idades do Homem

“À organização deste volume presidiu a intenção de reproduzir um conjunto de textos, datados de 1968 a 2009, escritos em catálogos de exposições individuais de Jorge Pinheiro, por se tratar de materiais de circulação restrita; em jornais e revistas, publicações que pela sua natureza, desapareceram rapidamente do nosso horizonte; e em volumes monográficos, estes com menor presença na antologia que resultou da opção referida. Recuperaram-se, deste modo, textos essenciais para o entendimento do trabalho do artista e autores que acompanharam o seu trajecto ou que sobre ele se pronunciaram em momentos particulares. Alguns títulos foram atribuídos por nós com intenção de assinalar e destacar a sua disposição no presente livro que adquire, assim, um cunho didáctico. Em dois casos adoptou-se a frase inicial do texto, à maneira do que sucede nos poemas que os poetas não intitulam…” (Nota prévia)

Textos: Bernardo Pinto de Almeida | Carlos Vidal | Eduardo Paz Barroso | Fernando Pernes | João Miguel Fernandes Jorge | João Pinharanda | José-Augusto França | José Luís Porfírio | Laura Castro | Maria Augusta Babo | Rui Mário Gonçalves e Vasco Graça Moura

Coordenação de José da Cruz Santos
Prefácio de Vasco Graça Moura e Laura Castro
Design de Rui Mendonça
Formato: 28,5 x 31,5 cm | 156 Páginas
Encadernação: Capa dura com sobrecapa + Caixa de proteção
1ª Edição | Modo de Ler, Porto, 2012

INDISPONÍVEL

Coretos em Lisboa 1790-1990 | Eunice Relvas e Pedro Bebiano Braga

Este estudo inédito sobre os coretos em Lisboa, baseado numa investigação histórica-artística exaustiva, trará ao leitor não só a história dos coretos existentes, mas a surpresa da descoberta de outros coretos – volantes, projectados e demolidos.
Este livro é um contributo para a preservação da memória / história da cidade, onde o coreto foi/é património importante, muitas vezes ignorado – que é necessário conservar. Arquitectura de um espaço, muitas vezes efémera, à qual importa devolver o seu valor qualitativo, onde a leitura do interior/exterior é quase ilegível. A sua forma revelando gostos, tornam-no intrinsecamente decorativo do jardim e da festa.
A história da sua localização prende-se à do urbanismo e ajardinamento. É também a dos homens desta cidade, dos seus hábitos, das suas aspirações, dos seus regozijos e dos sons que se perderam no tempo…

Prefácio de José-Augusto França 
Formato: 24 x 30 cm / 175 Páginas / Muito Ilustrado
Encadernação: capa dura com sobrecapa
1ª Edição / Editorial Fragmentos, 1991

Exemplar em Excelente Estado. Interior limpo, sem assinaturas.
25,00€ OFERTA PORTES

Mestres da Pintura | Cordeiros 2000

Bibliografia:
Abel Salazar / Acácio Lino / Alfredo Cristiano Keil / Almeida e Silva / Álvaro Lapa / Alves Cardoso / Ana Maria / António Carneiro / António José da Costa / António Macedo / António Sampaio / Armando Basto / Arpad Szenes / Carlos Amaral / Cisela Bjork / Dordio Gomes / Emmérico Jacinto Nunes / Francisco Simões / Guilherme Augusto Santa-Rita / Henrique Medina / João Augusto Ribeiro / João Reis /João Vieira / José Malhôa / José Júlio de Souza Pinto / José Veloso Salgado / Júlio Pomar / Júlio Resende / Luís Demeé / Manuel Cargaleiro / Manuel Casimiro / Mário Bismarck / Nadir Afonso / Sá Nogueira / Rogério Ribeiro.

Fotografia: José Luís Braga
Tiragem: 500 exemplares
Formato: 22 x 29 cm / 190 Páginas:
Encadernação. Capa dura forrada a tecido com sobrecapa.
1ª Edição / Galeria Cordeiros, 2000

INDISPONÍVEL

António Capucho, retrato do homem através da colecção

Cerâmica Portuguesa do século XVI ao século XX

ÍNDICE:
- António Capucho algumas memórias do colecionador
- A Colecção (im)perfeita
- A Escultura em terracota na colecção António Capucho
- Os tempos da colecção:
Século XVI. Alguma azulejaria arcaica,
Século XVII. O padrão e a figuração em faiança e azulejo.
Século XVIII. A produção do Brioso.
Século XVIII. Azulejaria: da grande produção ao Neoclássico.
Século XVIII. A Real Fábrica de Louça, ao Rato.
Século XVIII e XIX. Outras produções de faianças no País.
Século XIX. As fábricas.
Século XIX. Os Ratinhos.
- Ciclos de modernidade na colecção António Capucho-
- O gosto popular, o Naturalismo e a Arte Nova: a cerâmica das Caldas da Rainha.
- Século XX. A modernidade do gosto conservador.
- Século XX. O ciclo moderno do Pós-guerra.
- Bibliografia.

Textos: Luísa Arruda, Paulo Henriques, Alexandre Nobre Pais e João Pedro Monteiro.
Formato: 29 x 25 cm / 263 Páginas
Encadernação: Cartonada do editor em tela azul, com sobrecapa.
1ª Edição | Livraria Civilização Editora / Museu Nacional do Azulejo, 2004

INDISPONÍVEL

José Luís Tinoco | A Pintura de Luís Pinto – Coelho / Diálogo com Maria João Avillez

Sumário:
. A Pintura de Luis Pinto-Coelho – José Luis Tinoco
. Pinturas
. Diálogo com Maria João Avillez
. Notas Biográficas
. Exposições Individuais
. Exposições Colectivas
. Projectos Especiais
. Museus e colecções Públicas
. Bibliografia crítica

Formato: 25 x 30 cm / 192 Páginas – Muito Ilustrado
Encadernação: Capa dura forrada a tecido com sobrecapa
1ª Edição | Quetzal Editores, 2000

Exemplar em Excelente Estado. Sobrecapa com ligeiríssimo desgaste. Interior limpo, sem assinaturas. 
30,00€ OFERTA PORTES

Francisco da Holanda | Da Fábrica que falece à cidade de Lisboa

Esta pesquisa enfoca particularmente a relação entre arquitectura e cidade presente no manuscrito que reúne, nas lembranças, uma série de imagens destinadas a conferir um perfil monumental a Lisboa, cidade capital do reino e modelo para as principais colónias portuguesas. No novo olhar sobre Da Fabrica que falece procura verificar a hipótese de que o manuscrito deva ser interpretado como um memorial de arquitectura aplicado à cidade, onde o arquitecto elabora imagens retóricas para promover a Renovatio urbis de Lisboa. Como - Rainha de um vasto império português a capital deveria ser transformada à imagem da magnificência da Roma Antiga e imperial, um topos que já vinha sendo reiterado nas principais cortes italianas entre os séculos XV e XVI e que nas palavras de Holanda assume um tom muito particular. Os ensaios destacam a importância assumida por Holanda, enquanto arquitecto conselheiro régio, que interpreta as aspirações artísticas e políticas conflitantes da corte de D. João III (1521-1557) e D. Sebastião (1568-1578). E em função das experiências vivenciadas em Itália, sobretudo em Roma, Florença e Veneza, através de levantamentos, do estudo da Antiguidade, da arquitectura Imperial e do contacto mantido com artistas italianos ele propõe a renovação da cidade capital decalcada no modelo antigo.

Introdução, notas e comentários de José da Felicidade Alves
Formato: 17 x 23,5 cm / 110 Páginas Br
Edição Livros Horizonte, 1984

INDISPONÍVEL

Francisco de Holanda | Da Pintura Antiga

«Estamos perante o principal artista da nossa Renascença» como refere Jorge Segurado.
No livro Da Pintura Antiga, Francisco de Holanda faz uma definição de pintor, de influência platónica. Holanda afirma que não é aprendendo que um homem se pode tornar pintor. A pintura é uma ciência que só se dominará na perfeição se já a trouxermos de nascimento, isto é, de forma inata. Holanda afirma que a pintura é um Dom divino e inato.
Para Francisco de Holanda, Deus é a fonte de toda a pintura, sendo também ele o primeiro pintor. A criação é por si encarada como um dar forma pela luz, recuperando a metafísica da luz do platonismo, concebendo por isso a criação como uma função plástica animante, correspondendo a um modelo ou ideia previamente formulado no intelecto divino, tema já sublimemente afirmado por Sto. Agostinho ao estabelecer que Deus não conhece as coisas porque elas existem, mas que as coisas existem porque ele as conhece.
Holanda nasceu na cidade de Lisboa, conforme refere na obra Da Pintura Antiga, tendo provavelmente nascido em 1517 ou 1518, portanto, no reinado de D. Manuel I. Faleceu também em Lisboa, em 1584. Holanda que desde muito novo, mostrou clara propensa para a arte da pintura.

Introdução, notas e comentários de José da Felicidade Alves
Formato: 17 x 23,5 cm / 128 Páginas Br
Edição Livros Horizonte, 1984

INDISPONÍVEL

A Arte do Manuelino (Mecenas, Influências, Espaço) - M. C. Mendes Atanázio

"A especificidade de um estilo arquitectónico reside na sua maneira de organizar as estruturas e na sua funcionalidade e noção de espaço, e esse constitui o inovador ponto de partida para uma abordagem, que ainda ninguém tentara, à arte do Manuelino. O seu autor documenta-se abundantemente em exemplos sobejamente conhecidos, como o do Mosteiro de Belém ou o do Convento de Cristo em Tomar com a sua célebre janela, para não mencionar senão dois dos mais significativos, e analisa exaustivamente em pormenor a sua construção e decoração. Mas, para além dessa análise, o autor vai também procurar definir as influências políticas, sociais e culturais que deram expressão a um estilo que é único no mundo. Mas apesar dos contributos góticos, platerescos, mudéjares e renascentistas, se o Manuelino ficou português , isso se deve à influencia dos mesteres e ofícios mecânicos e à consequente relação com as armações de carácter efémero que eram utilizadas em festividades, recepções, etc.
Um apêndice final reúne a documentação e respectiva análise sobre as «arcadas do dormitório» do Mosteiro de Belém, antes das modificações efectuadas ao longo dos séculos XIX e XX.

Formato: 16,5 x 23 cm / 220 Páginas com gravuras e fotografias a preto e branco - Br
1ª Edição | Editorial Presença, 1984

INDISPONÍVEL

Ernesto de Sousa | Para o Estudo da Escultura Portuguesa

Neste estudo sobre a “significação profunda da escultura portuguesa”, Ernesto de Sousa dedica todo um capítulo ao “Problema visual: discussão sobre as virtudes e as características da interpretação e reprodução fotográfica nos estudos de escultura. Estética do fragmento. Iluminação e valores tácteis. Sugestões para a utilização da fotografia como método indispensável dos estudos iconográficos e estéticos. Comparativismo e visão polémica.” A fotografia permite-lhe identificar e simultaneamente descobrir, sem nunca perder a noção do potencial visual e cultura material que lhe é próprio. Dessa forma, evidencia a abstração da mediação estética –nomeadamente através da iluminação ou do enquadramento– tornando-a objecto explícito do seu trabalho intelectual. Imagem e discurso são conscientes da sua mediatização e consequentemente contemporâneos e autocríticos: 
“Uma figura num capitel de igreja românica, não era apenas objecto de demorada contemplação e espanto para o camponês de Entre-Douro-e-Minho, era-lhe um valor íntimo, uma íntima maneira de ele ser no espaço e no tempo. Para nós tudo isso tem que ser reedificado segundo valores mais abstractos, na mediação estética ou filosófica da nossa modernidade; valores no entanto, não menos ardentes, quando reedificados no futuro.” 

Fotografia e texto: Ernesto de Sousa
Formato: 16,5 x 23 cm / Páginas (96 texto + 80 com fotografias preto e branco)
2ª Edição | Livros Horizonte, 1973

INDISPONÍVEL

As Quatro Estações [1ª Edição para bibliófilos, numerada e assinada por Armando Alves, 1977]

Edição para bibliófilos, numerada e assinada por Armando Alves, apresentada em folhas soltas numa carteira própria de cartolina.
Textos de Jorge de Sena, Eugénio de Andrade, Vergílio Ferreira e Almeida Faria. Ilustrações (Impressas à parte) de Ângelo de Sousa, José Rodrigues, António Cruz e Armando Alves 
Os textos são antecedidos de uma reprodução a cores de iluminuras dos séculos XIV e XV.

Foram tirados 1100 exemplares em papel Damier de 150 gramas, destinando-se particularmente a bibliófilos.
Formato: 21 x 32 cm / 52 Páginas
Encadernação: Folhas soltas numa carteira própria de cartolina.
1ª Edição Numerada e assinada | Editorial Inova, 1977 

Exemplar em Excelente Estado. Carteira em cartolina apresenta um ligeiríssimo desgaste. Folhas interiores em excelente estado.
                                             
                                              INDISPONÍVEL

20 Artistas 20 Escritores - Uma Pequena Onda [Escritores e Artistas assinalam o seu 110º aniversário]

“Quando em 31 de Dezembro do já longínquo ano de 1881, um grupo de Portuenses ilustres, decidiu construir um hospital para crianças pobres e doentes, logo de seguida, também o genial Camilo Castelo Branco rubricava o seu óbolo às crianças em apoio ao referido hospital. Era o alvorecer duma grande e ampla acção de solidariedade social, vertida em exclusivo para o hospital que, à boa maneira da época, em breve tomaria o nome da sua protectora a Rainha Maria Pia (…)” J.M.P

ESCRITORES que participaram nesta obra:
Agustina Bessa-Luís | Albano Martins | António Rebordão Navarro | Arnaldo Saraiva | Bento da Cruz | Egito Gonçalves | Eugénio de Andrade | Fernando Echevarria | Fernando Guimarães | Francisco Duarte Mangas | Ilse Losa | José Augusto Seabra | José Viale Moutinho | Laureano Silveira | Luísa Dacosta | Manuel António Pina | Mário Cláudio | Ramiro Teixeira | Rosa Alice Branco e Rui Magalhães.

ARTISTAS
Albuquerque Mendes / Ângelo de Sousa / Armando Alves / Avelino Rocha / Carlos Carreiro / Domingos Pinho / Emerenciano / Francisco Laranjo / Gabriela Vaz / Helena Abreu / Jorge Pinheiro / José Rodrigues / Júlia Landolt / Júlio Resende / Laureano Riba Tua / Luís Demée / Manuela Bacelar / Mário Américo e Pedro Tudela.

Desta edição foram tirados 2000 exemplares, no formato aparado de 22,5 x 30 cm, em papel couché mate 140 gramas, sob orientação gráfica de Armando Alves.
Prefácio de José Manuel Pavão
Formato: 22,5 x 30 cm / 150 Páginas / Ilustrado Br
1ª Edição | Hospital Maria Pia, Porto 1991

INDISPONÍVEL

Um Património Artístico | Banco Português do Atlântico [Edição Trilingue]

Um património artístico adquirido, coleccionado, preservado por um Banco, ao longo da sua vida…

ÍNDICE:
Apresentação / Fotografias / O Paço da Palmeira / A Evolução da Arte em Portugal / Legendas.

Fotografias do Livro: 
Interior do Paço da Palmeira, Jardins, Azulejos, Mobiliário, Esculturas, Quadros, Tapeçaria e Gravuras de:
Henrique Medina | Alberto de Sousa | Jaime Isidoro | Carlos Botelho | Carlos Carneiro | Amândio Silva | Jorge Barradas | Charters D'Almeida | Rogério Ribeiro | Almada Negreiros | Vieira da Silva | Alice Jorge | Cruzeiro Seixas | Nikias Skapinakis | Júlio Resende | Eduardo Nery | Cargaleiro | Paula Rego | Henrique Silva entre outros.

Edição Trilingue: Português, Inglês e Alemão
Texto: Teresa Martins de Carvalho
Fotografia e Maquete de Willy Heinzelmann
Formato: 26,5 x 24 cm / 198 Páginas com 112 fotografias a cores Br
Livro com Caixa de protecção.
1° Edição | Banco Português do Atlântico, 1983

INDISPONÍVEL

Mark Rothko | A realidade do artista - Filosofias da Arte

A realidade do artista resulta da descoberta recente de um manuscrito de Mark Rothko, no qual o pintor reflecte sobre temas que vão do Renascimento à arte contemporânea, do mito ao belo, passando pela verdadeira natureza da arte ou pela crítica e pelo papel da arte e dos artistas na sociedade. A par da exposição do seu pensamento, Rothko transmite claramente ao leitor a intensidade da sua demanda artística, o esforço doloroso e constante para aprofundar questões que, para ele, seriam do domínio do inefável.

Tradução de Fernanda Mira Barros
Formato: 13 x 20,5 cm / 272 Páginas + 8 Ilustradas
1ª Edição | Edições Cotovia, 2007

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